Louise Bourgeois.

Fragmentos de uma grande obra:
O significado da arte moderna é que você tem de encontrar sempre novos meios para se expressar, para expressar os problemas, que não há meios definitivos, nem uma abordagem fixa. É uma situação dolorosa, e a arte moderna trata dessa dolorosa situação de não haver absolutamente uma maneira definitiva de se expressar. É por isso que a arte moderna continuará, porque essa condição permanece; é a condição humana moderna…é sobre a dor de não ser capaz de se expressar adequadamente, de expressar suas relações íntimas, seu inconsciente, confiar no mundo o suficiente para se expressar diretamente nele” (Destruição do pai. Reconstrução do pai. Escritos e entrevistas 1923-1997. Cosac Naify. págs. 166-167).
Louise Bourgeois faria cem anos no último dia 24/12.

Os propósitos neoliberais para a educação.

“En nombre de la seguridad yo entrego mi libertad, pago para no ser libre. Para que en mi casa haya mecanismos, aparatos de control y también hay un hipercontrol significa que todo es rastreable, todo se registra, es un monitoreo permanente. Todo se ve, todo se sabe y se sabe mi perfil de consumidor, y eso es una pérdida de la libertad en nombre de la seguridad.”
Excelente a entrevista com o brasileiro Alfredo Veiga Neto, publicada hoje no jornal argentino Página12.

Um belo (e premiado) poema do meu amigo Christian Coelho.

 

Caminhando pela imaterialidade

E naqueles passos dados,

Por um caminho que se enveredava

Em múltiplas direções,

O encontro dos delírios

E o falar das transgressões.

Aqueles que ali estavam

Ouviam o pronunciamento de várias línguas

E inúmeras palavras eram criadas,

Mas as palavras jamais esgotavam

O incessante transbordar dos sentimentos.

Uma das trilhas levava a uma ponte

Onde sonho e realidade se misturavam,

E a beleza era tanta que os corpos pareciam não aguentar,

Sentindo uma imensa necessidade de

Transmiti-la a outros corpos.

E, ao olhar para o horizonte,

Nessa relação entre o ser e o objeto,

Avistaram, num momento utópico,

Um terceiro homem, que vivia entre dois mundos.

Depois, uma terceira margem, ainda oculta.

Por último, os rascunhos de uma terceira obra,

Que jamais será escrita.

(Primeiro lugar no Concurso Literário Guimarães Rosa 2011 na categoria “U niversitários”. In. Anais da IV Jornada Guimarães Rosa / Organizado por Natalice Souza de Oliveira, José Carlos Serufo. – Belo Horizonte: Sobrames, 2011).

Razão e sensibilidade.

Transcrição do interessantísimo texto do Professor Luiz Costa Lima sobre o antropólogo Claude Lévi-Strauss publicado no Dossier do número 162 da revista Cult.

“Quem assina estas páginas não é um antropólogo.

Talvez o convite me tenha sido feito pela curiosidade de notar como reage à obra de Lévi-Strauss alguém que, dedicando-se ao estudo da literatura, saiba que o antropólogo francês foi acusado por um de seus pares de ser pouco afeito à pesquisa de campo, de ter um certo pendor filosófico e muita imaginação.

Em poucas palavras, de não caber no clichê do que se entende como cientista.

Ao escrever a última frase, lembrei-me de imediato da acusação oposta: de sua parte, Deleuze declarava que Lévi-Strauss era o mais “positivista”, ou seja, o mais apegado à ciência, de sua geração. Não estou seguro se as palavras eram bem essas, mas estou certo de seu sentido. Como então conciliar os ataques feitos por Clifford Geertz [antropólogo norte-americano] e pelo filósofo francês?

Eles não chegam a ser infundados, senão que expressam meias verdades. Lévi-Strauss pensava e escrevia extraordinariamente, sem em instante algum deixar de acentuar seu propósito de fazer ciência.

Não poderíamos então somar as duas meias verdades? Mas tais metades não se somam. Ou, ao fazê-lo, deparamos com um monstrengo.

Em vez, portanto, de acrescentar mais um a nosso cotidiano, procuro o caminho oposto. Esquematicamente, ele assim se formulará: as acusações que tinham Lévi-Strauss como alvo decorriam de ter sido ele o primeiro especialista da segunda metade do século 20 a combater a trilha percorrida pelos que consideram a ciência a atividade suprema, talvez mesmo a única digna, a que o homem pode se dedicar.

Nem sequer se cogita que ele fosse contra a ciência ou que deixasse de se comprometer em contribuir para o tratamento científico das questões em que antropologicamente mais se empenhava: a questão da interdição do incesto, a lógica subjacente aos mais intrincados sistemas de parentesco e das transformações a que os mitos estão submetidos.

Para justificar minha tese, espero que seja suficiente fundar-me em uma conhecida passagem de O Pensamento Selvagem (1962). Refiro-me à oposição entre o engenheiro e o bricoleur, aquele tomado como protótipo do cientista e este do praticante do ´pensamento selvagem´, como o que faz/opera com mitos.

O engenheiro

A atividade do engenheiro é caracterizada pelo cumprimento de quatro metas: (a) o projeto, definido como utilização e coordenação de elementos com vistas a um resultado preciso; (b) o método, entendido como adoção de procedimentos que conduzam, mediante o menor custo possível, ao resultado proposto; (c) os elementos, objetos materiais específicos ou ferramentas visando a um efeito preciso; e (d) os resultados, que se limitam ao propósito visado, ainda que sejam reprodutíveis quanto a fins semelhantes.

É nesse sentido que, sem nenhuma ironia, João Cabral de Melo Neto dizia que ´o engenheiro sonha coisas claras´.

O bricoleur

As operações – apenas resumo o que O Pensamento Selvagem já indicava – supõem o desdobramento do princípio do cogito cartesiano, isto é, a separação absoluta entre o uso da razão, considerada nossa ferramenta lógica por excelência, e os dados da sensibilidade, desprezados como insuficientes e inconfiáveis (remeter a prática científica usual ao princípio orientador do racionalismo moderno não deixa de ser demasiado restritivo pois a oposição entre razão, como valor positivo, e os dados da sensibilidade, como negativos, já era acentuada entre os pré-socráticos).

Em contraposição à figura do engenheiro, o bricoleur encarnava o agente por excelência do “pensamento selvagem” – não só o pensamento do chamado “selvagem” como o pensamento em estado pleno, puro, não domesticado. Definir-se em oposição ao engenheiro significava: (a) que obricoleur não parte de um projeto coerente e predefinido, senão que age por intervenção pontual; (b) que não tem nenhum método específico; (c) nem possui elementos adequados, destinados a certo efeito; e (d) muito menos que os resultados alcançados são os previstos ou que fossem potencialmente reprodutíveis.

Postos lado a lado, os traços de um e outro parecem falar em favor do engenheiro. Seu procedimento é econômico, seguro, preciso e não enseja extrapolações filosóficas ou poéticas.

Não duvido que Lévi-Strauss levasse em conta essas vantagens.

Mas há o outro lado da questão: a atuação do bricoleur – e cada um de nós pode sê-lo; assim, diante do computador que, de repente, se apaga, desligo o aparelho, esperando que, ao religá-lo, tudo volte ao normal – é pontual, seu resultado incerto e não, em princípio, reprodutível, porque ele atua com uma faixa da linguagem que nomeia o singular, o particularizado, o não passível de generalização, o signo, e ignora a faixa generalizadora da linguagem, o conceito.

(Embora a oposição entre signo e conceito seja corrente, recordo que, a propósito do par engenheiro e bricoleur, ela já foi usada por Marcel Hénaff.)

Por que a operação a + b = c não ajudaria em nada o bricoleur? Porque é uma operação apenas lógica e que desconsidera os dados da sensibilidade – a lógica não sabe do cheiro, da audição, do tato, da visão.

Em suma, o que as duas meias verdades não conseguiam perceber em Lévi-Strauss era sua procura para concretizar uma lógica do sensível. Isto é, praticar uma ciência que não fosse um exercício de abstração; algo que, para apreender leis gerais, despreza as particularidades do fenômeno.

Não se tratava de ou pensar cientificamente ou promover o “pensamento selvagem”, senão de verificar que a hierarquia adotada pela modernidade corriqueira em favor da cientificidade é um caminho parcial, dotado de uma abertura para o catastrófico que talvez só agora, quando Lévi-Strauss já está morto, começamos a perceber claramente.

No seu apego à ciência, Lévi-Strauss não a identificava com o catastrófico, senão que procurava constituir um molde alternativo a seu perfil abstrato, genérico e normativo.

É pensando nestes termos que recordo a caracterização que dele fazia Merleau-Ponty, em Signos(1960):  ´A etnologia (…) é uma maneira de pensar, aquela que se impõe quando o objeto é ‘outro’ e exige que nós mesmos nos transformemos´”.

Luiz Costa Lima é professor de teoria literária na Uerj e na PUC-Rio

Camila Vallejo


“[…] vengo de aquellos lugares que no reciben condecoraciones, de los cuales poco y nada se dice, porque poco y nada se sabe, lugares que a veces incluso se les llega a olvidar.”
Trecho do belo discurs0 da estudante chilena que inspira uma nova possibilidade na política, publicado no jornal ARGENPRESS Cultural.

Adolfo Pérez Esquivel a Barack Obama

Adolfo Perez Esquivel

Carta de un Premio Nobel de la Paz a otro

Barack Obama:

Si EEUU entra en default, América Latina lo va a ayudar.

Estimado Barack Obama, más que una carta, la intención es tratar de darte una mano desde América Latina frente a la crisis económica, política y de valores que afecta a EEUU, Europa, Grecia y otros países del mal llamado "primer mundo". Siempre afirmé que somos un solo mundo mal distribuido y ahora la crisis les toca a los intocables.

Como Fausto que vendió su alma al diablo por un amor, lo grave es que algunos países vendieron su alma a la Bolsa que los ha embolsado, y les está reclamando el pago de la deuda más los intereses; semejante al Mercader de Venecia que reclama el pago de la deuda, con una libra de carne de su propio cuerpo.

Aclaremos las cosas Barack, América Latina no puede darte crédito alguno, está desfondada gracias a la gentileza del FMI y el BM con sus recetas. El primer consejo es que no aceptes recetas de organismos tóxicos. Lo que si podemos hacer es transmitirte algunas experiencias que pueden ayudar.

Hay que aprender a vivir con la crisis, nosotros la asumimos casi... casi... como una hermana mayor; hay veces que la amamos y otras veces la odiamos, son como problemas de familia.

Hay que revisar y ver "que el armario de las ideas está vacío", como decía alguien cuyo nombre no recuerdo, por lo tanto, debes generar ideas superadoras y aprender los mecanismos que impone la deuda externa como instrumento de dominación. En eso ustedes son maestros.

Pero los latinoamericanos sabemos bastante de las plagas bíblicas que son "ese monstruo grande que pisa fuerte, toda la inocencia de la gente", como canta León.

Heráclito decía que nunca nos bañamos en las mismas aguas a pesar de ser el mismo río. Todo cambia. Hasta tu país que se creía poderoso amo del mundo, hoy debe enfrentar la deuda externa más grande del mundo, que deja a los norteamericanos con la boca abierta y el bolsillo temblando en la angustia existencial, cuando la Standard & Poor`s les baja el pulgar en las calificaciones al mejor estilo imperial.

Tengo que decirte que no me alcanzan los dedos de las manos y de los pies para contar la deuda de tu país en billones, trillones, cifras que no entran en mi cabeza y trato de comprender que lo imposible, es posible.

Es demasiado para mis neuronas comprobar que el mayor acreedor de los EEUU es la China "capi-comunista" y entre los misterios de ese legendario país, es saber como se las ingeniará para cobrarle a los EEUU la deuda externa. Pero China también controla el mercado de metales para alta tecnología, lo eso hace a los EEUU más dependiente de China. Todo me sabe a un cuento chino.

Me pregunto: ¿Tendrán los chinos que convocar a sus dioses y magos de todas las dinastías, y al sabio Confucio que debe estar confundido con lo que ocurre en tu país?- ¡Vaya uno a saber! - en eso no podemos ayudarte. Lo que sí podemos es enseñarte el juego de la deuda externa:

1.- Debes saber que las reglas las ponen los que mandan y no tu país, que pasó a ser miembro del club de deudores, por lo que: "Bienvenido hermano al club de Deudores".

2.- En el juego los acreedores usan dados cargados y el resultado será siempre el mismo: "más pagas, más debes y menos tienes". Jugar es una forma de hacerte creer que puedes ganar.

3.- No desesperes, el juego viene con sorpresas. Estás condenado a perpetuidad como el mítico Sísifo, nunca llegarás a la cumbre, una y otra vez debes cargar el peso de la deuda que paso a paso, pesa más y más.

Saca el lápiz estimado Barack y anota, pero no desesperes, ponle todos los números que quieras y siempre obtendrás el mismo resultado.

Hasta el momento, has aplicado un duro programa de ajuste fiscal en gastos sociales, educación, salud alimentación por 2,5 billones de dólares y aumentado el gasto militar con la complicidad del Congreso, para elevar el endeudamiento hasta 16,4 billones de dólares, cifra superior en unos dos billones al PIB de tu país; según los datos que el politólogo Atilio Borón recoge en su nota "Una estafa de 16 billones de dólares". No abundaré en datos que ya tienes.

Si continúas con esa locura esperando resolver el déficit, es como poner la cabeza en la guillotina y que tú mismo te la cortes. Estimado Barack, por favor, no seas suicida. Trata de encarar políticas públicas en favor de tu pueblo para evitar que se incendie el país, como está ocurriendo en Europa y otras latitudes con los indignados... indignadísimos.

En lugar de enfrentar la pobreza, el hambre y el desempleo que alcanza a más de 54 millones de personas, envías millones de dólares para salvar a los que más tienen. 659 millones de dólares fueron abonados a instituciones bancarias y empresas financieras. Algo huele mal Barack y puede pudrirse.

Tu gobierno ha decidido continuar aumentando el gasto militar, las bases en diversas partes del mundo, para promover guerras y conflictos a costa del derecho de tu pueblo y de otros pueblos víctimas de tu país. Esta situación te lleva a un punto sin retorno, si crees que apoyando el complejo industrial-militar vas a resolver la crisis.

No debes olvidar que quien siembra violencia recoge más violencia, tu país soportando el boomerang de las recetas neoliberales que impusieron a otros pueblos. Tienes una posibilidad, en EEUU hay personas sabias y con ideas que tienen propuestas para tu armario vacío y pueden ayudar a superar la crisis.

Pero vamos a lo concreto y tratemos de aproximarnos en buscar algunas soluciones. Como el problema es mucho más complejo se necesita tener pensamiento holístico:

¿Cuánto cuesta a EEUU la guerra en Irak?

Tu antecesor George Bush, más mentiroso que Pinocho, dijo que la guerra en Irak costaría 50.000 millones de dólares. Los EEUU están gastando esa cantidad en Irak cada tres meses, como dice el Premio Nobel de Economía Joseph Stiglitz: "Si situamos esa cantidad en su marco, resulta que por una sexta parte del costo de la guerra de los EEUU podrían dotarse de una base económica sólida para su sistema de seguridad social durante más de medio siglo, sin reducir las prestaciones ni aumentar las contribuciones". Más claro imposible.

¿Cuánto cuesta una bomba que arroja tu ejército y tus aliados sobre Libia, Irak y Afganistán?

Te recuerdo que 146 entidades financieras de 16 países han invertido y prestado servicios financieros por valor de 43.000 millones de dólares para fabricar bombas racimos entre los años 2007 y 2009.

Un misil Trident DII5 de largo alcance puede transportar una cabeza nuclear y su costo es de 30.9 millones de dólares. La empresa Lockheed Martín, es el contratista ganador a un costo de 789,9 millones de dólares.¿Cuánto cuesta un tanque de guerra y un avión de combate?

Anota Barack para no olvidar y suma las cifras inimaginables para promover la muerte y destrucción. Otra preguntita. ¿Sabe tu pueblo cuanto gasta el gobierno en guerras que tiene en diversas partes del mundo, y adónde van sus impuestos?

El AH- 64- Apache, usado por EEUU en Irak, es un helicóptero de ataque utilizado por los británicos, Israel, Japón y otros; el costo del programa fue de 10.500 millones de dólares. El costo de despegue es de 18 millones de dólares y el costo de compra de la versión AH-64D en el 2003 era de 56 millones de dólares.

Aquí viene el plato fuerte: Según TIME, en la lista del 2009, un simple caza de combate, cuesta 94 millones de dólares, y suma hasta el poderoso y letal bombardeo valuado en 2.400 millones de dólares el B-2 SPIRIT.

Ni hablar de los porta-aviones que entran en el imaginario de lo increíble, pero dolorosamente cierto, como la clase NIMITZ que alcanzan por unidad los 4.000 millones de dólares; que necesita un equipamiento anual de 150 millones de dólares. Esto sin contar los 80 aviones, que pueden aumentar su capacidad hasta 100.

Me cansé Barack, estoy agotado de tanta locura e irresponsabilidad... necesito respirar.

Pero hay que seguir nomás. Otras medidas que puedes utilizar para reducir el déficit de tu país - medidas que has prometido, pero no cumplido - es cerrar las cárceles de Abu-Graib, en Irak y en Guantánamo. Y levantar el bloqueo a Cuba y liberar a los cinco cubanos que mantienes presos por más de 10 años. Esto permitiría a tu país ahorrar millones de dólares. Dime Barack ¿Cuánto cuesta a tu país el salario de los torturadores, asesinos y carceleros formados en la Escuela de las Américas, que aunque le cambiaron el nombre continúan con los mismos métodos?

El problema más grave que afecta a tu país es el miedo. Miedo a los demás y miedo a sí mismo. Pero se empeña en aferrarse al salvavidas de plomo e inventa mecanismos de seguridad, que vuelve la vida más insegura y angustiante. El presupuesto militar de tu país para el 2011, supera los 700.000 millones de dólares.

Las guerras, el petróleo, los minerales, el agua, el poder político y económico cuestan miles de vidas humanas, provocan hambre y violencia. Pero para los que mandan, negocios son negocios, y la humanidad pasa a ser una abstracción.

Hoy es Libia, la guerra por el petróleo, ¿mañana, será por el agua, los recursos y bienes naturales?, ¡vaya uno a saber! Lo que sí sabemos es que estás hipotecando el presente y destruyendo el futuro de tu pueblo y otros pueblos del mundo.

No podemos continuar lamentando la situación que vivimos, debemos construir en la esperanza. Te propongo lo siguiente:

Dona el valor de uno de los aviones de combate y, como decía Roul Follereau, podrás ver cuantos hospitales, escuelas y empleos dignos se pueden construir para los pueblos.

Con el valor de una de las bombas que tu ejército arroja sobre Irak, Afganistán o Libia se pueden hacer centros de salud y dar de comer y educar a millones de niños, que te regalarán una sonrisa y esperanza de vida. Si se sumasen todo los millones invertidos para la muerte, ¿cuánto más podría tu país hacer para la vida de tu pueblo y la humanidad? Podrías pagar la deuda externa e interna.

Mi saludo de Paz y Bien.

Adolfo Pérez Esquivel

Premio Nobel de la Paz

Buenos Aires, 05 de septiembre de 2011

http://www.adolfoperezesquivel.com.ar/

Cine ED: “Cada um com seu cinema”.


Dia 22 de setembro às 16:00 horas na Escola de Design da UEMG.

Título original:
(Chacun son cinéma ou Ce petit coup au coeur quand la lumière s'éteint et que le film commence).

Sinopse:
“Um filme absolutamente único, realizado por ocasião dos 60 anos do Festival de Cannes, o festival de cinema mais importante do mundo, que reúne o modo como 33 cineastas de 25 países olham o cinema e as salas de cinema, lugar de comunhão dos cinéfilos do mundo inteiro.
Objecto cinematográfico imperdível, autêntico compêndio do estado do mundo do cinema e das singularidades de cada cineasta. Os filmes que o compõem são realizados por David Cronenberg, Jean-Pierre e Luc Dardenne, Nanni Moretti, Wong Kar-Wai, Abbas Kiarostami, Takeshi Kitano, Ken Loach, Walter Salles, Gus Van Sant, David Lynch, entre outros. O português Manoel de Oliveira apresenta um dos segmentos mais originais do conjunto”. (Ípsilon)

Ficha Técnica: 2007 (França).
Duração: 119 min.
Direção: Theo Angelopoulos, Olivier Assayas, Bille August, Jane Campion, Youssef Chahine, Chen Kaige, Michael Cimino, Joel Coen, Ethan Coen, David Cronenberg, Jean-Pierre Dardenne, Luc Dardenne, Raymond Depardon, Atom Egoyan, Amos Gitai, Alejandro Gonzalez-Inarritu, Hou Hsiao-hsien, Aki Kaurismäki, Abbas Kiarostami, Takeshi Kitano, Andrei Konchalovsky, Claude Lelouch, Ken Loach, David Lynch, Walter Salles, Nanni Moretti, Roman Polanski, Elia Suleiman, Lars Von Trier, Gus Van Sant, Wong Kar-Wai,Zhang Yimou, Raoul Ruiz, Tsai Ming-liang, Wim Wenders, Manoel de Oliveira.

Apresentação: Profa. Maria de Fátima Augusto (ED/UEMG).
Palestra: Cinema e Memória (
Prof. Mário Santiago – Núcleo de Design e Cultura/ED/UEMG).
Promoção:
Centro de Extensão da ED/UEMG.

Antônio Abujamra e Mara Gabrilli.


A comovente e inteligente entrevista da deputada
federal Mara Gabrilli com o ator Antônio Abujamra
(Provocações), que assisti ontem à noite na TV Cultura.

Receita para arrancar poemas presos.


O ator e apresentador (Provocações) Antônio Abujamra, recitando o
belo poema de Viviane Mosé. Interessante texto para se pensar as
consequências e possibilidades do derretimento dos tempos sólidos
(Marx e Bauman).

Sobre morte de Michel Cacoyannis.

Matéria sobre a morte, ontem, aos 89 anos,  do diretor grego Michel Cacoyannis, do antológico filme Zorba, o grego, um importante marco mundial da cinema dos anos 1960.  Ler textos publicados hoje nos jornais Le Monde (com um clip do filme) e Ekathimerini e um interessante comentário da jornalista grega Maria Katsounaki, publicado no mesmo jornal grego.

Beatriz Sarlo: “Las palabras del destiempo”,

CORRESPONDENCIA 1930-1940. Entre Gretel Adorno y Walter Benjamin.

Interessante ensaio da escritora argentina sobre a recente publicação da correspondência entre Walter Benjamin e Gretel Adorno, publicado na Revista Ñ, do jornal Clarin.

A morte de Lucian Freud.

Lucian Freud

Nota publicada hoje no jornal espanhol El País, sobre o pintor Lucian Freud, que acaba de falecer.

“A busca”.


Belas fotos do espetáculo “A busca”,  da companhia de teatro amazonense A rã qi ri dirigido por Nereide Santiago, apresentado no primeiro semestre nos teatros Amazonas e Instalação, em Manaus.  Ler uma crítica sobre o espetáculo, escrita por Jorge Bandeira.

“Siempre tenemos París”.


Um belo texto do articulista Eduardo Febbro, publicado hoje no jornal argentino Página 12. Para ir adiante, recomendável a leitura da Autobiografia de Alice B. Toklas , de Gertrude Stein (L&PM) e assistir ao filme Meia-noite em Paris, de Woody Allen.

Antônio Cândido em Paraty.

Há muito “tempo” que a falta do mesmo “tempo” não me permite andar por aqui. Mas retorno por um grande motivo, para divulgar a entrevista-conferência realizada durante a 9a. Festa Literária Internacional de Paraty pelo crítico literário brasileiro Antônio Cândido (foto de Letícia Moreira/Folhapress) Publicada hoje no caderno Ilustrada do jornal Folha de São Paulo. “Há cerca de 20 anos eu não leio coisa nova nenhuma do Brasil ou do estrangeiro. Eu leio coisas do passado, sobretudo como Dostoiévski, Tolstói, Proust, Machado de Assis, Eça de Queiroz.”

Yann Arthus-Bertrand: "6 Bilhões de Outros".

Mosaico com alguns dos 5.600 entrevistados que compõem a exposição "6 Bilhões de Outros", no Masp

Entrevista com o fotógrafo francês Yann Arthus-Bertrand (o mesmo diretor do documentário Home e autor das fotos da exposição The urban earth), idealizador da mostra 6 Bilhões de Outros, em cartaz no MASP. Ver alguns videos da exposição em Vimeo.

Por que Walter Benjamin?

WB
Pequeno dossiê sobre o pensador alemão, publicado ontem no jornal Clarin/Revista Ñ. Aí pode ser lida interessante entrevista com a escritora argentina Beatriz Sarlo, a propósito da nova edição do seu livro Siete ensayos sobre Walter Benjamin.
“Hay imágenes que nunca hemos visto hasta que las recordamos. Aquellas imágenes reveladas en el cuarto oscuro de la experiencia vivida son las más importantes que llegaremos a ver. Uno podría decir que los acontecimientos más profundos han sido equipados con una pequeña imagen, una fotografía de nosotros mismos.”

Painel no. 7 - “A experiência estética”.

Comentários elaborados pelos alunos do curso de Artes Visuais (licenciatura) da Escola de Design da UEMG ao texto “A experiência estética”, do livro Fundamentos estéticos da educação, do professor João-Francisco Duarte Jr. (São Paulo: Cortez; Autores Associados; [Uberlândia, MG]: Universidade de Uberlândia, 1981, pág. 82 – 86.)

Painel no. 6 – Design e sociedade de consumo.

“Consumismo: o que o designer tem a ver com isso?”.  Questão formulada aos alunos do sétimo período (noite) do curso de Design de Produto da Escola de Design da UEMG, após a realização de seminário sobre o tema: “Design e sociedade de consumo”, em 25/03/2011.

Glauber Rocha.


Foto: Acervo Tempo Glauber
Excelente o dossier sobre o ativista, cineasta, intelectual e inquieto brasileiro Glauber Rocha, publicado no último número da Revista Cult (no. 155): "No Brasil, o Cinema Novo é uma questão de verdade e não de fotografismo. Para nós, a câmera é um olho sobre o mundo, o travelling é um instrumento de conhecimento, a montagem não é demagogia mas a pontuação do nosso ambicioso discurso sobre a realidade humana e social do Brasil!" Glauber Rocha. Ler também o manifesto Eztetika da fome.

Painel no. 5 - Design e inclusão social e digital.

“De que forma o design pode contribuir para os atuais mecanismos de inclusão social e digital"?”. Esta questão foi formulada aos alunos do sétimo período (noite) do curso de Design de Produto da Escola de Design da UEMG, após a realização de seminário sobre o tema: “Design e inclusão social digital”, em 18/03/2011.

Painel no. 4 – O design e a “nova economia” (2).

“De que forma a ´nova economia´ repercute no design?”. Comentários dos alunos do sétimo período do Curso de Design de Produto da Escola de Design da UEMG ao  seminário sobre o tema “O design e a ´nova economia´”,  realizado nesta manhã. Minha expectativa é que a publicação desses comentários contribua para  ampliar a discussão sobre o assunto.

Painel no. 3 - “A linguagem das coisas”.

Neste painel poderão ser lidos os comentários dos alunos do primeiro período dos cursos de Design Gráfico e Design de Produto da Escola de Design da UEMG ao primeiro capítulo (“Linguagem”) do livro A linguagem das coisas, de Deyan Sudjic, que foi  lido e discutido neste início de semestre. Esta fase do programa foi concluída com a exibição da entrevista do autor ao programa Milênio, da emissora de TV Globonews.

Painel no. 2 – O design e a "nova economia" (1).

“De que forma a ´nova economia´ repercute no design?". Ler os comentários dos alunos do Curso de Design Gráfico (7o. período/noite) da Escola de Design da UEMG sobre a questão acima, que foi proposta após a realização do seminário sobre o tema “O design e a ´nova economia´".

Painel no. 1 – Ética e design.

Após a realização de um seminário sobre o tema "Ética e design", nesta manhã, os alunos do sétimo período do Curso de Design Gráfico da Escola de Design da UEMG prepararam comentários a partir da questão que lhes foi formulada, "Por que fazer design?" , inspirada no título de um texto de Victor Papanek, What to design and why. Aguardo a publicação desses comentários, na expectativa de que isto possa ampliar a discussão sobre o assunto.

Para que serve a literatura?

Crônica do escritor e professor uruguaio Jorge Majfud, que abriga outras também pertinentes perguntas aos tempos em que vivemos, onde todos parecem estar muito preocupados com a “utilidade”. Publicada no jornal argentino ARGENPRESS, em 10/03/2011. Uma outra interessante reflexão deste autor, Por que escribimos? ,merece ser lida: “Escribo porque quiero batalla con este mundo que no me conforma y escribo porque a veces quisiera refugiarme en algo que no está aquí y ahora, algo que está libre de la contingencia del momento, algo que se parece a un más allá humano o sobrehumano.”

György Lukács.

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Artigo do professor Antonio Rago Filho (PUC-SP) sobre os Prolegômenos para uma Ontologia do Ser Social, a magnífica obra do grande pensador húngaro.

Indústria cultural e manutenção do poder.

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Um novo dossiê (Mídia e poder) na revista Cult (no. 154).

A morte de Benedito Nunes.

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Lamentável a morte do pensador e professor amazônico  e brasileiro Benedito Nunes, ocorrida em 27/02/2011. As palavras de Antonio Candido ajudam a entender “a riqueza desse movimento pendular”: “O filósofo traz para a literatura o nível de reflexão e de abstração que os críticos geralmente não trazem; ele leva para a filosofia um sentimento estético e um senso de beleza que os pensadores nem sempre têm”. Ler o “perfil” publicado na revista Cult em novembro de 2009 e o artigo do Professor Renan Freitas Pinto, da Universidade Federal do Amazonas, publicado no sítio do Núcleo de Cultura Política do Amazonas.

O "cisne negro" de Aronofsky.


Um grande filme. A obra de arte, com suas múltiplas possibilidades de interpretação, permite infinitos desdobramentos (e não “releituras”), brigando contra a sua morte e intensificando a sua "aura". Ler comentários de Carol Almeida (Portal Terra), Duanne Ribeiro (Digestivo Cultural),  Horacio Bernades (Página12), Marcelo Rubens Paiva (Estadão.com) e outros que ainda serão aqui postados.

Protestos no mundo.

Oficial do Exército que se juntou a protestos rasga foto do ditador egípcio, Hosni Mubarak

Foto: Ahmed Gumaa/AssociatedPress

Que ventos, fortes ventos,  são esses que sopram agora? Um alento…mas também uma incógnita.

Desaparecidos.

El desconsuelo de una hermana

Informações sobre a exposição do jornalista e fotógrafo espanhol Gervasio Sánchez, em matéria publicada hoje pelo jornal El País.

Metropolis II, a cidade do futuro segundo Chris Burden.


Interessantíssima a proposição do artista plástico norteamericano Chris Burden para a circulação de veículos e pessoas no futuro, quando as cidades do mundo estarão ainda mais insuportavelmente intransitáveis. Ver também a matéria publicada no jornal The New York Times em 19/11/2010 e a reportagem mostrada em 23/01/2011 pela TVGlobo.

David Harvey: crises da cidade…crises do mundo.


Em entrevista, o importante geógrafo inglês David Harvey explica a crise da cidade contemporânea como uma forma também crítica do sistema capitalista. Página 12. 19 Jan. 2011

Escritos das ruas…

POESIA. "No hay ojos que soporten tanta claridad".

Para ler e pensar.

Pensando com Michel Foucault.

Pensando com Foucault

No es posible pensar este último curso de (Michel) Foucault como la conclusión apretada y sintética de su pensamiento filosófico. Sus ideas no se condensan en un solo frasco teórico y los efectos de su obra son más expansivos que unificadores. Sus desplazamientos temáticos son un signo de esta polífonía que es Foucault, de su necesidad de incomodidad para pensar, de su ritmo sostenido y de su coraje para hacer filosofía.” Trecho do artigo de Gustavo Varela, publicado em 10/01/2011 na Revista Ñ do jornal Clarin.

Eduardo Viveiros de Castro: Antropologia renovada.

Aqui vai a reprodução da excelente entrevista com o Professor brasileiro Eduardo Viveiros de Castro, publicada na edição no. 153 (dezembro de 2010) da revista Cult. Leitura oportuna e necessária que nos ajuda a compreender melhor as características e perspectivas da sociedade brasileira. Antropologia renovada.

Jean-Louis Comolli: os limites do visual.

Uma resenha do livro Cine contra espectáculo, do crítico francês Jean-Louis Comolli, publicado na argentina pela editora Manantial. Texto publicado hoje no caderno ADNCultura do jornal La Nación.

O imperialismo da técnica.

"Más silencioso que el escandaloso affaire que reveló los documentos ´clasificados´ del gobierno de Estados Unidos, un control invisible se ejerce cotidianamente sobre nuestros usos y costumbres. Aquí, un análisis de los últimos dispositivos del monitoreo a cargo de estados y corporaciones." Matéria assinada pela jornalista Shila Vilker, publicada no jornal Clarin/RevistaÑ do dia 30/12/2010.

Deseo de escribir!

 " Por el gusto de escribir algo: después de muchos día de silencio escritural me ha asaltado en el baño, mientras me lavaba las manos,...