24 novembro 2009

A morte de Jeanne-Claude Denat de Guillebon.

Notícia sobre a morte da artista Jeanne-Claude, esposa e parceira artística de Christo.
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Mais sobre isto em Clarin, Caderno Ñ, de 19/11/2009 e na página dos dois artistas na internet: http://www.christojeanneclaude.net/

21 novembro 2009

14 novembro 2009

Félix Luna y el mar.

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Agora é Mercedes quem canta para Félix Luna. 
" ´Alfonsina y el mar´, la canción dedicada al suicidio de Alfonsina Storni, fue escrita por Félix Luna junto a Ariel Ramírez. Luna, historiador, periodista y divulgador, murió la semana pasada a los 84 años. Entre sus libros más leídos y destacados se cuentan El 45, Los caudillos, De Perón a Lanusse y Soy Roca. A fines de los ‘60, atravesó un período, hoy algo olvidado, durante el que fue letrista de Ramírez. Juntos, compusieron los discos Navidad nuestra (1964), Los caudillos (66), Cantata Sudamericana (1971) y el disco Mujeres argentinas, el disco grabado por Mercedes Sosa en 1969 en el que se incluía “Alfonsina”. La canción fue cantada por nombres como Nana Mouskouri, José Carreras, Paloma San Basilio, Lucho Gatica, María Jiménez, Chabuca Granda y, en los últimos años, Andrés Calamaro."
A letra desta música está na matéria sobre a morte de Félix Luna, publicada em Página12 - Radar, do dia 08/11/2009.
A música pode ser ouvida no player abaixo:

03 novembro 2009

A aventura etnológica.

"La tâche essentielle de quelqu'un qui consacre sa vie aux sciences humaines, c'est de s'attaquer à ce qui semble le plus arbitraire, le plus anarchique, le plus incohérent, et d'essayer de découvrir un ordre sous-jacent ou du moins d'essayer de voir s'il existe un ordre sous-jacent."
(Claude Lévi-Strauss, La grande aventure de l´ethnologie Parte I e Parte II, texto publicado no jornal Le Nouvel Observateur em 17/05/1968).

Dossier sobre Claude Lévi-Strauss.

Dossier sobre Claude Lévi-Strauss publicado no
Nouvel Observateur.

Mais notícias sobre a morte de Claude Lévi-Strauss.

Link para a minha página no Google Notícias, onde podem ser lidas muitas informações que acabam de ser publicadas na imprensa sobre a morte do importante pensador.

Adeus, grande mestre!

Claude Lévi-Strauss image

Anunciada, há poucos minutos atrás, a morte, aos 100 anos, do antropólogo e filósofo Claude Lévi-Strauss.

"O etnólogo e antropólogo estruturalista belga Claude Lévi-Strauss morreu na noite de sábado para domingo (1º) aos 100 anos, de acordo com um porta-voz da Escola de Estudos Avançados em Ciências Sociais de Paris, na França. As informações são do jornal francês ´Le Monde´.
Nascido em Bruxelas, na Bélgica, Lévi-Strauss foi um dos grandes pensadores do século 20. Ele, que completaria 101 anos em 28 de novembro, tornou-se conhecido na França, onde seus estudos foram fundamentais para o desenvolvimento da antropologia. Filho de um artista e membro de uma família judia francesa intelectual, estudou na Universidade de Paris.
De início, cursou leis e filosofia, mas descobriu na etnologia sua verdadeira paixão. No Brasil, lecionou sociologia na recém-fundada Universidade de São Paulo, de 1935 a 1939, e fez várias expedições ao Brasil central. É o registro dessas viagens, publicado no livro ´Tristes Trópicos´ (1955) que lhe trará a fama. Nessa obra ele conta como sua vocação de antropólogo nasceu durante as viagens ao interior do Brasil.
Exilado nos Estados Unidos durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), foi professor nesse país nos anos 1950. Na França, continuou sua carreira acadêmica, fazendo parte do círculo intelectual de Jean Paul Sartre (1905-1980), e assumiu, em 1959, o departamento de Antropologia Social no College de France, onde ficou até se aposentar, em 1982.
O estudioso jamais aceitou a visão histórica da civilização ocidental como privilegiada e única. Sempre enfatizou que a mente selvagem é igual à civilizada. Sua crença de que as características humanas são as mesmas em toda parte surgiu nas incontáveis viagens que fez ao Brasil e nas visitas a tribos de indígenas das Américas do Sul e do Norte.
O antropólogo passou mais da metade de sua vida estudando o comportamento dos índios americanos. O método usado por ele para estudar a organização social dessas tribos chama-se estruturalismo. ´Estruturalismo´, diz Lévi-Strauss, ´é a procura por harmonias inovadoras´.
Suas pesquisas, iniciadas a partir de premissas linguísticas, deram à ciência contemporânea a teoria de como a mente humana trabalha. O indivíduo passa do estado natural ao cultural enquanto usa a linguagem, aprende a cozinhar, produz objetos etc. Nessa passagem, o homem obedece a leis que ele não criou: elas pertencem a um mecanismo do cérebro. Escreveu, em ´O Pensamento Selvagem´, que a língua é uma razão que tem suas razões - e estas são desconhecidas pelo ser humano.
Lévi-Strauss não via o ser humano como um habitante privilegiado do universo, mas como uma espécie passageira que deixará apenas alguns traços de sua existência quando estiver extinta.
Membro da Academia de Ciências Francesa (1973), integrou também muitas academias científicas, em especial européias e norte-americanas. Também é doutor honoris causa das universidades de Bruxelas, Oxford, Chicago, Stirling, Upsala, Montréal, México, Québec, Zaïre, Visva Bharati, Yale, Harvard, Johns Hopkins e Columbia, entre outras.
Aos 97 anos, em 2005, recebeu o 17o Prêmio Internacional Catalunha, na Espanha. Declarou na ocasião: 'Fico emocionado porque estou na idade em que não se recebem nem se dão prêmios, pois sou muito velho para fazer parte de um corpo de jurados. Meu único desejo é um pouco mais de respeito para o mundo, que começou sem o ser humano e vai terminar sem ele - isso é algo que sempre deveríamos ter presente'". Nota transcrita na íntegra do Portal UOL.

Cronologia da obra de Claude Lévi-Strauss (Portal UOL).
Outra nota publicada no Portal UOL.
Galeria de fotos (UOL), com fotos de quando o antropólogo viveu no Brasil.
Dossier no jornal francês Le Monde.

01 novembro 2009

Design comparativo.

"¿El docente de diseño debe mostrar modelos a sus alumnos? Agunos docentes prefieren no influir en el desarrollo creativo del alumno mientras que otros consideran que es fundamental que este conozca de antemano y estudie a fondo los mejores modelos existentes del tipo de proyecto que debe encarar."
Há uma pequena participação minha (a nota número 8) neste debate promovido pelo periódico argentino FOROALFA. Enfim, algo que me incomoda muito no ensino do design é esta exigência escravizadora de criatividade, especialmente nestes dias e neste mundo tão intensamente interconectado.