Arquivo do blog

Mostrando postagens com marcador Freud. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Freud. Mostrar todas as postagens

2.6.22

"El pueblo" e sua representação política, segundo Freud e Sebastián Plut

Freud y la psicología de los pueblos

 

"Cuando Freud formula que la hipótesis filogenética permite tender un puente sobre el abismo entre psicología individual y de las masas está afirmando, por un lado, que el abismo es el negativo del pueblo y, por otro lado, que no debemos olvidar nuestro pasado, nuestros orígenes, nuestra historia, colectiva y de la especie. Con ello, evocamos el libro Ser judío de León Rozitchner. Él se pregunta sobre su pertenencia a la comunidad judía, y por qué no debía renunciar a esa identificación para ser revolucionario. Sostiene que lo que siente en común con todos los judíos es pertenecer a una comunidad que, por el mero hecho de serlo, les ha valido la persecución y la muerte" (interessante texto do psicólogo e psicanalista argentino Sebastián Plut, publicado no jornal Página 12 de hoje). Leitura recomendável! Há outros artigos muito interessantes do autor, no mesmo jornal.

19.10.21

Freud, um expressionista, de Alessandra Affortunati Martins




Um ensaio muito interessante publicado na Revista Cult (edição 274)e no site Outras palavras.
"É importante que se diga logo: intensas correspondências entre expressionismo alemão e elaborações freudianas ficam sugeridas em várias linhas de seus escritos. Embora do lado bibliográfico psicanalítico o alinhave daquele movimento à teoria de Freud mostre-se praticamente desértico, o interesse da costura não se limita a uma simples curiosidade sobre mais uma das camadas a comporem as diferentes origens psicanalíticas. Se hoje ainda vale o esforço de reacender faíscas expressionistas nos escritos de Freud, isso se dá em função das perturbadoras e atuais ressonâncias de tal intersecção. Dito de outra maneira: o desafio de afinar os ouvidos na escuta daquele turbilhão, e sintonizar Freud à onda sonora daquela época, importa apenas na medida em que isso permite articularem-se questões do presente, assim como esboçarem-se algumas respostas aos nossos entraves sociais, políticos e psíquicos mais recentes. Obras artísticas e intelectuais dos períodos anterior e posterior à Grande Guerra ainda parecem oferecer desafios consideráveis para reflexões sobre formas e conteúdos de produções contemporâneas."
A ilustração (
The unconscious dreams according to Sigmund Freud) é de autoria de Maxim Fomenko. 
Leitura altamente recomendável!

Morin: Convite ao indispensável viver poético

"Filósofo: o mundo vive a  metástase  do ego que suplanta o pensamento complexo. Guerra sem fim e democracia em crise são sintomas. Mas...