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29.6.26

Mas que vasto mundo...

 Depois de quase três quartos de século de idade, nos últimos meses venho me ocupando de saber e entender melhor sobre o Universo e o sentido da vida, da nossa vida neste tão vasto mundo.  Ontem pela manhã, como nos últimos domingos, estive ouvindo o programa radiofônico "Universo fantástico", transmitido pela rádio Inconfidência (103,9FM) e reprisado à noite pela rádio UFMG Educativa (104,5FM), produzido, dirigido e apresentado pelo professor de astrofísica da UFMG, Renato Las Casas. Ouvindo essa e outras edições do referido programa, tenho tomado conhecimento de tantas coisas interessantes, coisas que sabia, ou desconfiava saber, de outra forma, com outro léxico. Fiquei todo o resto do último Domingo (28/6), pensando no belíssimo, na profundidade do comovido comentário do referido professor sobre o "ponto azul",   fotografado em 1990, quando a sonda Voyager 1 estava a 6 bilhões de quilômetros da Terra.  Não tive outra opção que imediatamente buscar o livro do astrônomo e escritor Carl Sagan, que está me levando a pensar, de outra forma, o sentido da nossa existência, uma vontade incontida de retornar à imensa sabedoria dos velhos pensadores gregos e compreender o motivo do grifo à entrevista com o filósofo Peter Sloterdjik (ler abaixo). Acreditem, o livro de Carl Sagan é altamente recomendável!


Fotos encontradas há pouco na Web





28.6.26

Peter Sloterdjik: La raison est fatiguée

Andando por aí encontrei na edição Hors-série no.33/2017 da Philosophie Magazine, esta interessante entrevista com o filósofo alemão Peter Sloterdjik, da qual extraí este  grifo, que faço questão de compartilhar com quem se interessar:


"Pourquoi le rationnel a-t-il perdu son pouvoir d’enchantement ?" (entrevistador)

"La plus grande douleur pour l’intellect humain traditionnel survient au moment où il découvre que ses idées favorites ne fonctionnent plus. Ces idées sont au nombre de trois : circularité, équilibre, symétrie. Ces catégories sont encore plus fondamentales et plus anciennes que les catégories aristotéliciennes. Or, désormais, elles ne rendent plus compte du réel. Notre déception est insurmontable. Il faut apprendre à penser l’asymétrie, le déséquilibre et la non-circularité. Depuis ce grand hiatus survenu il y a deux siècles, sur un plan épistémologique, nous sommes devenus post-symétriques, post-équilibrés et post-circulaires. S’il y a des retours, ce ne sont pas des retours du même. Dans ce nouveau monde, l’étrangeté ne cessera pas de nous étonner. Nous avons devant nous un millénaire de maux de tête!" (resposta de Peter Sloterdjik)

14.6.26

Palavras de Alan Pauls

 

Ahora mismo me preocupan menos los que escriben que los que leen”.
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"No sé, soy pésimo para los diagnósticos y las visiones
panorámicas. Pero descubro cosas interesantes todos los días, así que deben estar bien. Ahora mismo me preocupan menos los que escriben que los que leen, no tanto porque sean menos como porque cada vez se dejan reducir más a la triste categoría de usuarios. Las escuelas de escritura proliferan como hongos, pero ¿qué pasa con las de lectura, que son tanto más urgentes?
"
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Excelente esta entrevista do escritor argentino Alan Pauls ao jornal chileno La Tercera.
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Mas que vasto mundo...

  Depois de quase três quartos de século de idade, nos últimos meses venho me ocupando de saber e entender melhor sobre o Universo e o senti...