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18.12.24

Outro Renascimento?


 Recebi esta imagem ontem, postada por Gabriella Truzzi em um grupo de amigos no Facebook. Sua autora é a artista britânica Jenny Saville (Cambridge, 1970).  Um amigo muito estimado, o Angelo Ramos, indagou se esta imagem não nos diz de um novo Renascimento.

10.3.24

Aliza Nisenbaum


Aliza Nisenbaum | MOIA's NYC Women's Cabinet,2016. 
Whitney Museum of American Art. 


Conheci esta obra da artista mexicana ontem, na ilustração de um interessante ensaio de Judith Butler.


 

2.1.22

Caderno aTempo - Vol. 5

 


O Caderno aTempo é uma publicação digital,  bienal, do Núcleo de Design e Cultura da Escola de Design da UEMG, que pretende proporcionar um espaço para a ampliação das fronteiras que permeiam as discussões sobre arte e design, na perspectiva histórica. Para este quinto volume do Caderno, fruto de exitosa cooperação estabelecida entre o Núcleo de Design e Cultura e a Atafona,  foi escolhido o tema Patrimônio, com o objetivo de refletir sobre as diversas abordagens, conceitos e pressupostos teóricos, descrições e análises sobre a gênese das preocupações brasileiras e, principalmente, trazendo exemplos de bens, de diferentes naturezas, de modo a tornar evidente um campo de estudos para o qual esse debate  ainda é muito necessário.

Este volume traz artigos assinados por Ataídes Freitas Braga, Cinthia Mayumi Aizawa, Cristiane Gusmão Nery, Debora Raiza Carolina Rocha Silva, Flavio de Lemos Carsalade, Francisca Ferreira Michelon, José Rocha Andrade, Juliana Cardoso Nery, Mauro Luiz da Silva, Nila Rodrigues Barbosa, Paula Garcia Lima, Rodrigo Espinha Baeta, Tiago de Castro Hardy e Vânia Myrrha de Paula e Silva.

Cooordenadora: Marcelina Almeida. Organizadores: Giselle Safar, Edson Carpintero e Marcelina Almeida. Projeto gráfico: Ágatha Araújo, Joana Alves e Lucas Motta. Fotografia: Zé Rocha. Revisores: Patrícia Pinheiro e Matheus Reis. Divulgação: Lucas M.R. Faria e Vinicius Gonzaga. Editor: Mário Santiago. 
ISBN: 978-65-86805-13-0
Disponível para leitura on-line e download

30.12.21

Corpos dissidentes: arte, literatura e pensamento queer


O livro Corpos dissidentes - arte, literatura e pensamento queer, em edição digital, traz textos de Alessandra Hypolita Valle Silva Lopes, Bruna Fernandes Barros, Diogo da Costa Rufatto, Fábio Garcia Ribeiro, Fernando Antô­nio Siqueira Ferreira, Gustavo Henrique Sousa Assis, Jo­arle Magalhães Soares, Juliano Vasconcelos Magalhães Tavares, Luan dos Santos Silva, Lucas Diego Gonçalves da Costa, Lucia Santiago (que também assina um  ensaio visual), Luiz Lopes, Marcílio Miguel Oliveira,  Mariana Ferreira Valentin da Silva, Miguel Fernandes Pereira e Tiago Cruvinel.

Organizador: Luiz Lopes. Ilustração: Thiago Bonifácio. Projeto gráfico: Miriã Bonifácio. Revisão: André Meyerewicz. Divulgação: Lucas M.R. Faria e Vinicius Gonzaga. Coeditora: Lucia Santiago. Editor: Mário Santiago. 
ISBN 978-65-86805-09-3
Disponível para leitura on-line e download.

 

25.8.21

Miró, o preto como síntese


"Novos achados de Miró, alheios ao surrealismo, tal a pintura de fundo monocromático (1925), negam o valor de cena transcendente ao quadro, ombreando a pintura às técnicas gráficas e à premissa destas últimas, a do fundo como superfície de operações concretas, de cunho funcional; vai nessa direção o endosso de Miró ao ato cubista de incorporar letras e números, dando à tela o teor raso de página."
(Trecho do artigo de Luiz Renato Martins, publicado no site A Terra é Redonda)
 

25.7.21

Beleza afro - Para a artista Fran Silva


As vidas de todas as mulheres importam! Lembrando e homenageando, neste dia, Tereza de Benguela e, entre muitas e muitas outras, minha estimadíssima ex-aluna, designer, artista visual, professora de artes e quase irmã, Fran Silva (Mme. Albatroz), de quem vai aqui um dos belíssimos trabalhos que logo estarão expostos numa galeria no site da editora. Na foto: Ebiere do Niger.

11.7.21

Edvard Munch, Elgersburgo, de 1905.












Edvard Munch

Do artista norueguês Edvard Munch, esta magnífica obra, Sanatorium, de 1902/03. Descobri através do Facebook um grupo dedicado ao conhecimento e divulgação da obra do grande artista norueguês Edvard Munch, um dos meus artistas preferidos, de há muito. Nestes dias alguém postou uma foto do "Sanatorium"´(1902), ao mesmo tempo emblemático e deslumbrante; mas o que não se mostra paradoxal e contraditório, nesta vida?

 

Modigliani

"Quando eu conhecer a tua alma, pintarei os teus olhos" (Modigliani). A emblemática Jeanne Hebuterne, tela pintada pelo marido Modigliani em Paris (1919).

 

9.3.21

Inma Coll, não muito conhecida por estas bandas

 

Inma Coll, un viaje ante el espejo





















"Desde sus inicios
 Inma Coll (Valencia, 1957) ha prestado atención a la figura y al cuerpo humano, como primera de las cinco categorías de las artes plásticas, para representar de forma perceptible la realidad visible. Su producción artística, tan prolífica a lo largo de más de tres décadas, contiene dibujo, grabado, pintura, escultura textil, instalación y performance." Nesta bela nota assinada pela crítica de arte  Amparo Zacarés Pamblanco, da Associaciò Valenciana de Crítics d´Art

16.6.18

Os 100 anos de uma Bauhaus, en lengua española

Bauhaus na Argentina
Créditos desta bela foto: Estudio Bauhaus (1932), do fotógrafo argentino  Horacio Coppola.
Gentileza Galería Jorge Mara - La Ruche.

Breve mas muito interessante o dossier sobre a presença do estilo alemão de fazer arte e design na Argentina. Publicado hoje na Revista Ñ, do jornal Clarin, de Buenos Aires.

https://www.clarin.com/revista-enie/ideas/bauhaus-huellas-estilo-aleman-america_0_Byvj55ZZ7.html

https://www.clarin.com/revista-enie/ideas/bauhaus-argentina-traduccion-recreacion-concepto_0_B1emI5ZZQ.html

https://www.clarin.com/revista-enie/ideas/bauhaus-objetos-obras-arte-entreguerras_0_Skc1XcZZX.html

12.5.14

O incansável Basquiat.

“Hay que buscar los dibujos de un pintor igual que hay que buscar los cuadernos de apuntes y los diarios y los borradores de un escritor, porque en los unos y en los otros está lo inmediato, lo impremeditado, lo fragmentario, y por tanto lo más verdadero, la fluidez del proceso y no la inmovilidad del resultado, la tentativa y el tanteo y no el rumbo seguro.” (Antonio Muñoz Molina, El País, 10/05/14).
Se Basquiat não tinha descanso, sua obra é para ser admirada e desentranhada, incansavelmente.

Maria Lassnig.

“En una época en que el autorretrato —selfie— y la cultura del Instagram representan la banalidad y la desencarnación del individuo, las pinturas de Maria Lassnig —siempre en torno a la figura humana, la suya propia— resultan de una intensidad inquietante, extrañas, burlonas, muestran el incendio inminente en el cuerpo de una mujer protagonista de su propio drama en la Viena heredada de Freud y Kokoschka.” (Angela Molina, El País, 08/05/2014).
Mais sobre a grande artista no New York Times.
Maria Lassnig não fazia selfies.

15.1.14

“El optimismo melancólico” de Juan Antonio Roda.

El optimismo melancólico

“Yo creo que el artista nace pero no sé a qué edad. Obviamente, cuando nace la persona no nace el artista. Es una cosa lenta.”
(El Malpensante)

26.12.11

Louise Bourgeois.

Fragmentos de uma grande obra:
O significado da arte moderna é que você tem de encontrar sempre novos meios para se expressar, para expressar os problemas, que não há meios definitivos, nem uma abordagem fixa. É uma situação dolorosa, e a arte moderna trata dessa dolorosa situação de não haver absolutamente uma maneira definitiva de se expressar. É por isso que a arte moderna continuará, porque essa condição permanece; é a condição humana moderna…é sobre a dor de não ser capaz de se expressar adequadamente, de expressar suas relações íntimas, seu inconsciente, confiar no mundo o suficiente para se expressar diretamente nele” (Destruição do pai. Reconstrução do pai. Escritos e entrevistas 1923-1997. Cosac Naify. págs. 166-167).
Louise Bourgeois faria cem anos no último dia 24/12.

Ah, Nicanor!

  Caminhando por aqui, despretensiosamente, me deparo com esta bela foto do grande poete chileno. Não lembro onde a obtive, mas isso será in...