Conversas sobre as coisas que leio, ouço, vejo e quero compartilhar. Um arquivo de textos jornalísticos e críticos e imagens...fragmentos de ideias, imagens e pensamentos sobre as coisas pelas quais me interesso: arquitetura, artes, cidades, cinema, design, filosofia, fotografia, literatura, memória, moda, música... Peço que, ao mencionarem ou reproduzirem o conteúdo deste blog, deem os créditos, especialmente das fontes originais (Mário Santiago)
Arquivo do blog
13.1.25
György Lukács!
9.1.22
Que falta faz a Nara Leão!
2.1.22
Caderno aTempo - Vol. 5
O Caderno aTempo é uma publicação digital, bienal, do Núcleo de Design e Cultura da Escola de Design da UEMG, que pretende proporcionar um espaço para a ampliação das fronteiras que permeiam as discussões sobre arte e design, na perspectiva histórica. Para este quinto volume do Caderno, fruto de exitosa cooperação estabelecida entre o Núcleo de Design e Cultura e a Atafona, foi escolhido o tema Patrimônio, com o objetivo de refletir sobre as diversas abordagens, conceitos e pressupostos teóricos, descrições e análises sobre a gênese das preocupações brasileiras e, principalmente, trazendo exemplos de bens, de diferentes naturezas, de modo a tornar evidente um campo de estudos para o qual esse debate ainda é muito necessário.
Este volume traz artigos assinados por Ataídes Freitas Braga, Cinthia Mayumi Aizawa, Cristiane Gusmão Nery, Debora Raiza Carolina Rocha Silva, Flavio de Lemos Carsalade, Francisca Ferreira Michelon, José Rocha Andrade, Juliana Cardoso Nery, Mauro Luiz da Silva, Nila Rodrigues Barbosa, Paula Garcia Lima, Rodrigo Espinha Baeta, Tiago de Castro Hardy e Vânia Myrrha de Paula e Silva.
Cooordenadora: Marcelina Almeida. Organizadores: Giselle Safar, Edson Carpintero e Marcelina Almeida. Projeto gráfico: Ágatha Araújo, Joana Alves e Lucas Motta. Fotografia: Zé Rocha. Revisores: Patrícia Pinheiro e Matheus Reis. Divulgação: Lucas M.R. Faria e Vinicius Gonzaga. Editor: Mário Santiago.
ISBN: 978-65-86805-13-0
Disponível para leitura on-line e download
28.8.21
O marxismo romântico de E. P. Thompson
"Os poetas, escritores e filósofos românticos da Europa Ocidental — gestados nas caldeiras mecânicas do final do século dezoito e início do século dezenove — estão entre os primeiros críticos da modernidade burguesa, a civilização criada pelo triunfo do capitalismo. O Romantismo — um “movimento cultural” que atravessa literatura, filosofia, artes, política, religião e história — foi caracterizado por uma nostalgia por um passado real ou imaginado e abrigava tanto correntes e pensadores revolucionários e conservadores".
"Segundo o sociólogo franco-brasileiro Michael Löwy, o Romantismo compartilhava em sua base uma crítica fundamental da ´quantificação da vida, ou seja, a dominação (quantitativa) total do valor de troca, do cálculo frio de preços e lucros e das leis do mercado sobre todo o tecido social´".
...
"Com a quantificação da vida na civilização burguesa veio o ´declínio de todos os valores qualitativos — social, religioso, cultural ou estéticos — a dissolução de todos os vínculos humanos qualitativos, a morte da imaginação e do romance, a fastidiosa uniformização da vida, a relação puramente ´utilitária´ — isto é, quantitativamente calculável — dos humanos entre si e com a natureza´".
...
“´Qualquer avaliação da qualidade da vida deve envolver uma análise da totalidade da experiência de vida, as múltiplas satisfações e privações, culturais e também materiais, das pessoas implicadas´. Quando Thompson realiza essa análise, quando examina a totalidade da experiência, quando olha para a Revolução Industrial e, nas palavras de Alberto Toscano retiradas de um outro contexto, ´a enxerga por completo´, ele não consegue escapar da perversidade do sofrimento e da feiura decorrentes."
20.10.18
Uma bela entrevista com Carlo Ginzburg
10.11.09
Mais um “anjo da história”!
Notícias e imagens da festa que comemorou os vinte anos da queda do muro de Berlim.
Edição especial do Portal UOL.
Álbum de fotos do Portal UOL.
Arquivo de imagens da DDR.
29.3.09
Entrevista com Eric Hobsbawn.
"Além de injusto, o mercado é inviável". Uma lúcida apreciação da crise da atualidade pelo velho historiador. Publicada hoje no jornal argentino Página 12.
18.5.08
Maio de 68, outra vez.
7.5.08
Maio de 68.
Assembléia da CGT francesa, em 24 de maio de 68.
18.2.08
Design gráfico socialista.
17.2.08
A morte sem fim de Jango.
"Aquele abafado domingo, 5 de dezembro de 1976, foi exaustivo para João Belchior Marques Goulart. Ele e a mulher, Maria Thereza, saíram no início da manhã de sua fazenda, a El Rincón, em Tacuarembó, no Uruguai, com destino a outra propriedade da família, a estância La Villa, em Mercedes, na Argentina". Trecho do dossiê sobre a morte do ex-presidente do Brasil, João Goulart, recentemente publicado pela revista Aventuras na História. Detalhes esclarecedores do mistério que sempre envolveu o desaparecimento do presidente. Leitura recomendável.



