As melhores lembranças nestes recentes dias do filósofo paraense e brasileiro Benedito Nunes, a quem tive a enorme alegria de conhecer (e nunca mais esquecer) nos idos anos de 1968. Recomendo a leitura da nota de Robson Vilalba sobre ele publicada no jornal Rascunho em 2012. E sobre a mesa, a edição d´O dorso do tigre (Perspectiva, 1969), que ganhei de presente do meu irmão Nivaldo Santiago (amigo do Benedito Nunes), cujos ensaios estou lendo, lenta e esporadicamente, mas com muito interesse, especialmente o dedicado a Fernando Pessoa. Devo comentar, com algumas palavras, nos próximos dias e tempos, sobre o filósofo e este magnífico livro.
Conversas sobre as coisas que leio, ouço, vejo e quero compartilhar. Um arquivo de textos jornalísticos e críticos e imagens...fragmentos de ideias, imagens e pensamentos sobre as coisas pelas quais me interesso: arquitetura, artes, cidades, cinema, design, filosofia, fotografia, literatura, memória, moda, música... Peço que, ao mencionarem ou reproduzirem o conteúdo deste blog, deem os créditos, especialmente das fontes originais (Mário Santiago)
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30.11.21
Arqueologias de Benedito Nunes
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