
Uma interessante entrevista com o sociólogo escritor Richard Sennett, publicada ontem no jornal argentino Página 12.
“En mi opinión la manera en que la literatura reconoce los procesos sociales se lleva a cabo, pero no sólo por un motivo ideológico ni siquiera por un motivo descriptivo. Sino que yo creo que al escribir sobre estos procesos sociales con mayor ingenuidad se logran mejor los objetivos. Cuando uno lo describe desde un punto de vista de mayor ingenuidad y no desde un punto de vista intelectual. “
Conversas sobre as coisas que leio, ouço, vejo e quero compartilhar. Um arquivo de textos jornalísticos e críticos e imagens...fragmentos de ideias, imagens e pensamentos sobre as coisas pelas quais me interesso: arquitetura, artes, cidades, cinema, design, filosofia, fotografia, literatura, memória, moda, música... Peço que, ao mencionarem ou reproduzirem o conteúdo deste blog, deem os créditos, especialmente das fontes originais (Mário Santiago)
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16.7.18
Richard Sennett
Bergman, são muitos

Los múltiples planetas de Bergman. Nota de Horacio Bernades, publicada hoje no jornal Página 12, de Buenos Aires. E outra belíssima entrevista com Jan Holmberg, realizada por Carlo Marín, publicada no jornal chileno La Tercera.
8.7.18
Uma entrevista com Liv Ullmann
“É raro eu rever um filme, porque acredito no impacto que ele deixa em você na primeira vez. “
Entrevista com a atriz Liv Ullmann, publicada no jornal Folha de São Paulo/Ilustríssima, de hoje. Recomendável também a leitura de outras notas sobre Ingmar Bergman, publicadas no mesmo caderno.
24.6.18
As muitas que são a mesma Sontag
“Cuando un escritor se convierte en una imagen, esta se vuelve paralizante”. Interessante nota sobre a importante autora, publicada na Revista Ñ, do jornal argentino Clarin.
Michèle Petit: “Los europeos tenemos mucho que aprender de los latinoamericanos”
Em seu livro Leer el mundo, autora diz que o escreveu “como un acto de rebeldía contra el hecho de estar cada vez más obligado, si se defienden las artes y las letras (o también, las ciencias), a proveer pruebas de rentabilidad inmediata, como si esa fuera su única razón de ser”. (Nota publicada hoje no jornal Página12).
16.6.18
Os 100 anos de uma Bauhaus, en lengua española
Créditos desta bela foto: Estudio Bauhaus (1932), do fotógrafo argentino Horacio Coppola.
Gentileza Galería Jorge Mara - La Ruche.
Breve mas muito interessante o dossier sobre a presença do estilo alemão de fazer arte e design na Argentina. Publicado hoje na Revista Ñ, do jornal Clarin, de Buenos Aires.
https://www.clarin.com/revista-enie/ideas/bauhaus-huellas-estilo-aleman-america_0_Byvj55ZZ7.html
https://www.clarin.com/revista-enie/ideas/bauhaus-objetos-obras-arte-entreguerras_0_Skc1XcZZX.html
5.6.18
31.5.18
No cinema, há muitas maneiras de esquecer
Nota publicada ontem no jornal chileno La Tercera, sobre o filme Los Versos del Olvido, do diretor iraniano Alireza Khatami. Com um link para o trailler. Meu cinema preferido, o iraniano.
19.5.18
Passeio noturno por Tokyo
Interessante estória contada por Javier Sinay, publicada no jornal argentino La Nación.
9.5.18
Pierre Sanchis (1928-2018)
Homenagem ao velho amigo, compadre (padrinho da minha filha Mariana Santiago) e mestre Joseph Pierre Sanchis, que deixou este mundo ontem (foto publicada no Boletim UFMG, ed. 1237, de 1999).
6.5.18
Marx, vivo aos duzentos anos, apesar dos seus coveiros
Ilustração de Karl Marx - Eloar Guazzelli
Interessante a entrevista publicada hoje no jornal Folha de São Paulo/Ilustríssima, com o biógrafo francês Michael Heinrich, autor de Karl Marx e o nascimento da sociedade moderna (Vol. 1), traduzido por Claudio Cardinali (Editora Boitempo).
Trechos recortados da entrevista:
“O marxismo começou logo após a morte de Marx, nos anos 1880 e 1890, quando a social-democracia alemã, pelas mãos de Karl Kautsky (1854-1938), começou a tratar Marx e Engels como clássicos. E um clássico está completo, não tem mais nada a desenvolver” (…) .
”Marx já antevia esse perigo, daí sua famosa frase ao genro, Paul Lafargue (1842-1911): ´Eu não sou um marxista´”.
“O crítico Slavoj Zizek afirmou num texto recente que ser leal a Marx hoje é deixar de ser marxista. Concorda com a afirmação?”
“É preciso antes entender o que ele quis dizer com "marxista". Lembro uma outra citação, do historiador austríaco Egon Friedell (1878-1938), que foi perseguido pelos nazistas e depois se suicidou. Ele disse certa vez: Marxistas são pessoas que nunca entenderam Marx´.Eu concordo com Zizek nesse ponto. Para levar o legado do alemão a sério, é preciso criticar o marxismo, ou seja, a tendência a criar um dogmatismo, uma visão fechada de mundo. Por outro lado, é preciso levar em conta os insights científicos de Marx.”
Outras publicações no mesmo jornal:
É urgente voltar a Marx para entender nova fase da economia, diz professor.
Nova biografia apresenta Karl Marx sem cair na tentação maniqueísta.
Ah, Nicanor!
Caminhando por aqui, despretensiosamente, me deparo com esta bela foto do grande poete chileno. Não lembro onde a obtive, mas isso será in...